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Papisa Joana. Um pontificado encoberto de uma mulher ou de uma lenda fictícia? 

Em 1277, Martinus Polonius mencionou em sua crônica o pontificado de uma mulher que ocupou o cargo de papa como João (Johannes Anglicus) por volta de 850 anos, por dois anos e meio, e mais tarde foi removida da lista de papas.

Desde então, o mundo tem se perguntado se isso é verdade ou se é uma lenda que persistiu. Houve uma vez um papa feminino? E que consequências isso tem para a sucessão apostólica e para a questão de saber se as mulheres devem ser ordenadas como sacerdotisas?

O livro apresenta novos materiais e apresenta uma teoria surpreendente e consistente.

Desenho da frente de uma moeda de prata (Denier) do período 856 a 858 com a inscrição SCS PETRVS (São Pedro) e o monograma papal IOHANIS.


Na numismática, esse tipo de moeda é erroneamente atribuído ao último papa João VIII (872 - 882), embora seu nome monograma mostre diferenças claras.
Estilisticamente, a moeda pertence ao período anterior ao Papa Nicolau I (858 - 867) e deve, portanto, ser atribuída a um papa João dos anos 850. Neste tempo há apenas Johannes Anglicus, o papa feminino. Assim, há evidências históricas da existência real do papa.
O verso menciona o imperador Luís II, que herdara a coroa imperial de seu pai, Lotário I, em 855 dC. Este tipo de moeda pode ser datado após 855 AD em qualquer caso. O pontificado do Papa Joana pode ser limitado aos anos 856-858. Ao contrário da crença popular, ela não ascendeu ao trono do pontífice depois do papa Leão IV, mas somente depois do papa Bento III.

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